O email do teu site no Gmail

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Acho que todos nós sabemos ir ao cPanel e criar “caixas” de correio para os nossos domínios.  Endereços de email do tipo “custodio @dinheirooportunidade.com”, ou algo do genero. Se forem como eu, não o fazem porque o serviço de “webmail” disponível através do cPanel, geralmente o “Horde” ou “SquirrelMail”, não é nada bom para gerir os emails. São por norma sites lentos, e com poucas funcionalidades. Eu apenas costumo uso esses serviços em sites que quase não recebem emails.

A outro opção que temos é criar estas contas de email e depois fazer o reencaminhamento através do cPanel para outra conta de email, tipo Yahoo ou Gmail, estes sim já oferecem muitas funcões, nomeadamente no que toca a organizar e arquivar os emails. Para quem tiver necessidade, há até a opção de integrar os emails com o respectivo calendário que ambos estes serviços oferecem. O problema neste caso é que quando respondemos ao email já não vai com o nome do nosso site, mas sim com nossonome@yahoo.com ou nossonome@gmail.com.

Foi por tudo isso que esta semana decidi começar a usar o Gmail do Google Apps. Para quem não conhece, o Google Apps é um conjunto de aplicações gratuitas, incluindo Google Docs, e calendário, mas em especial um serviço de email na plataforma do Gmail, mas com o nome do nosso site.

As configurações necessárias para poderem usar este serviço não são nada complicadas de se fazer, e são feitas com alterações nas configurações de DNS na empresa onde o domínio está registado. O Google até têm instruções detalhadas das alterações necessárias para muitas das empresas de registo de domínios. Infelizmente as instruções para a Dynadot não estão 100% correctas, e como muitos de vocês têm domínios registados na Dynadot, aproveito para explicar como fazê-lo.

Independentemente da empresa onde têm o domínio registado, a primeira coisa a fazer é a inscrição do domínio na Google Apps.  Aqui metem então o nome do site, no meu caso “dinheirooportunidade.com”.  No passo seguinte fornecem as informações habituais ai Google.  A seguir criam a primeira conta de email. No meu caso foi então “custodio @dinheirooportunidade.com”.  A proxima fase consiste em “confirmar propriedade do domínio” para ativar os serviços do Google.

Para confirmarmos que somos os donos do domínio podemos escolher a opção de fazer o upload de um arquivo html. Para tal podemos usar um processador de texto, até o “notepad” (bloco de notas do Windows), para criarmos um ficheiro com o nome de “googlehostedservice” e dar-lhe uma extensão “.html”. Neste ficheiro vamos guardar uns números que o Google nos fornece e fazer o upload do ficheiro para o nosso servidor.  A partir daqui os serviços estão todos ativos menos o email.

Para ativar o email é igualmente fácil, e como já tinha dito o Google tem informações detalhadas para muitas das empresas de registo de domínios. No caso da Dynadot essa informação está um pouco incompleta. Na opção de “Advanced Dynadot DNS” é necessário criar um “Record Type” “A” com o endereço de IP do servidor onde o site está alojado (ver imagem). 

Agora, e na opção de “Email Forward Settings”, é preciso criar um registo MX com a informação que o Google nos fornece (ver imagem).  Por fim é só guardar estas configurações.

Agora já podemos ter endereços de email personalizados com o nome do site, numa das melhores plataformas de gestão de email, o Gmail.

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Google Trends agora também para sites

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Um pouco discretamente, o Google lançou na semana passada uma nova ferramenta. Chama-se Google Trends para Websites, e funciona da mesma forma que o Google Trends para palavras chaves. No Google Trends para sites, em vez de estarmos a comparar pesquisas de palavras chaves podemos comparar sites.

No fundo, esta ferramenta é um pouco parecida com a Alexa, no sentido em que dá informação sobre sites em  termos de visitas, bem como uma lista de outros sites visitados pelos mesmos visitantes. Temos ainda uma lista das palavras chaves que os visitantes para os sites pesquisam. É ainda possível depois segmentar por países e por espaço temporal.

Tendo em conta a presença do Google na internet, é de esperar que estes resultados sejam bastante fiáveis, ao contrário do que sempre se passou com a Alexa.

Apenas por uma questão de curiosidade, fiz uma comparação entre os sites do Squidoo, HubPages, e Twitter.

Google Trends Websites

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O dinheiro está na pesquisa

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Na semana passada, o Google anunciou melhorias na funcionalidade da pesquisa ao qual temos acesso através das contas Adsense, chamada “Adsense para pesquisas”. Com estas melhorias vem a possibilidade de ganharmos mais dinheiro, e ao mesmo tempo prestar um melhor serviço aos leitores. Eu até atrasei a publicação deste post para poder confirmar algumas coisas, mas não consegui ainda reunir dados estatisticamente significativos.

Como todos sabemos, a plataforma WordPress vem com uma funcionalidade de pesquisa que permite aos nossos leitores pesquisar os arquivos, e até há poucos dias era essa a pesquisa que eu tinha instalada no blog para pesquisarem os posts. Com as melhorias anúnciadas pelo Google no Adsense para pesquisas decidi fazer a troca.

Para mim a alteração mais importante no Adsense para pesquisas foi a melhoria da indexação das páginas dos sites, neste caso do meu blog. Se um leitor faz uma pesquisa é porque procura informação num dos meus posts, e a capacidade do Google fornecer resultados relevantes é o mais importante.

Outra alteração importante é a possibilidade de definirmos os sites sobre o qual queremos mostrar resultados. Para quem tem um conjunto de sites é uma boa maneira de os promover. Na minha “custom search”, para além de apresentar resultados deste blog, estão incluidos também resultados do site de classificados. Não é bem o melhor exemplo da integração de uma rede de sites, mas é sem dúvida uma funcionalidade importante para quem tem muitos sites. Será interessante por exemplo interligar todas as lojas BANS desta forma.

anúncios que pagam melhor

Mas se calhar, aqui para nós, o mais importante pode mesmo ser a nova fonte de rendimentos que a Adsense para pesquisa representa. Por norma, os anunciantes Adwords establecem preços diferentes para os anúncios que aparecem na pesquisa, e aqueles que aparecem nos sites (Adsense). Por vezes, os valores pagos no formato Adsense são apenas 10% a 25% do valor pago pelos mesmos anúncios na pesquisa. Para além desta “pequena” diferença nos valores por clique, há aqueles anunciantes que excluem completamente os anúncios de aparecer em sites sob o formato de anúncios Adsense.

Pelo que eu já pude constatar, os anúncios que aparecem quando fazemos uma pesquisa no custom search são os mesmos que aparecem quando se faz a mesma pesquisa no Google. Isto quer dizer que vamos exibir anúncios que não iriam de outra forma aparecer no nosso site, e que ao mesmo tempo pagam muito mais por clique.

Para podermos rentabilizar ainda melhor esta funcionalidade, temos também a opção de fornecer palavras chaves sobre o qual queremos que os anúncios incidam. Para além de tornar os anúncios mais relevantes para o nosso conteúdo, permite-nos inserir algumas palavras chaves que podem eventualmete pagar mais por clique.

Durante os poucos dias desde que comecei a usar o Adsense para pesquisas, ainda não pude confirmar que os valores pagos por clique são mais elevados, mas a lógica dita que assim aconteça. De qualquer maneira, a percentagem de cliques que recebemos é muito mais elevada, bem como o respectivo eCPM.

Se ainda não estão a usar o Adsense para pesquisa, vão à conta Adsense, e na opção de “Configuração do Adsense” escolhem então “Adsense para pesquisas”. Agora é só configurar algumas das opções que aqui falei aqui no post, e rapidamente têm mais uma fonte de rendimento ao vosso dispor.

Quem já estiver a usar a custom search à mais tempo pode aqui deixar um comentário com a vossa experiência em relação ao valor dos cliques.

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O que é Smart Pricing, e o impacto nos teus ganhos com Adsense

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Quando há dias, cheguei à conclusão que os meus ganhos com o Adsense no blog estavam abaixo daquilo que poderia obter com outros métodos, optei por retirar alguns dos anúncios Adsense. Nomeadamente tirei os anúncios Adsense que apareciam na página principal do blog (três blocos de 250×250), bem como os que apareciam na página só com um post (250×250 e 468×60), desde que este tenha sido escrito há menos de 7 dias.

Embora o meu objectivo fosse aumentar os rendimentos do blog, coisa que para já foi conseguida, pois só a venda de três banners rendeu 45€ em poucos dias, vou se calhar ter um efeito secundário ainda mais valioso do que este. A razão que me leva a dizer isto é aquilo a que se chama o “smart pricing” do Adsense.

Smart Pricing

O “smart pricing” é quando o Google desvaloriza os cliques Adsense. Ou seja, cliques no mesmo anúncio Adsense em contas Adsense diferentes têm valores diferentes. Uma conta Adsense que esteja a ser objecto de “smart pricing” vai receber um valor por clique mais reduzido.

Como é habitual com coisas que têm a ver com o Google, as informações sobre o “smart pricing” estão bem guardadas, mas de uma forma muito simplificada está relacionada com a qualidade dos cliques, e se convertem bem para o anuncinate. Como nós não temos acesso a esta informação, uma maneira muito usada para tentar saber se podemos ser objecto de “smart pricing” é a percentagem de cliques que os anúncios da nossa conta Adsense recebem. A percentagem que mais vezes se vê referenciada é a linha dos 2%. Ou seja, se a percentagem de cliques que a nossa conta Adsense recebe for inferior a 2% então podemos estar a ser “smart priced”, e a receber muito menos dinheiro pelos cliques.

O problema em ser objecto de smart pricing é que afecta toda a conta Adsense, e não apenas o site (ou sites) que tiverem uma baixa percentagem de cliques.

Os blogs são maus para as contas Adsense?

A razão desta pergunta é precisamente devido ao “smart pricing”. Um blog, em especial um blog com muitos leitores habituais, e que não dependa maioritariamente dos motores de busca para visitantes, vai ter uma baixa percentagem de cliques nos anúncios Adsense. Porque, como já aqui foi dito, os leitores habituais dum blog, em especial em certos nichos, são “cegos” aos anúncios Adsense.

Para demonstrar isto vamos voltar ao exemplo do meu blog. Os anúncios Adsense que retire, e que até estavam bem integrados no conteúdo do blog, tinham uma percentagem de cliques inferior a .50%. E isto com milhares de impressões! De todos os “canais” que eu criei na minha conta Adsense, este é sem dúvida aquele que mais impressões obtinha. Imaginem o impacto que isto tem na percentagem total de cliques da minha conta Adsense. Não sendo o único factor, é para evitar um possível “smart pricing” que muitos blogs com muitos leitores não têm Adsense.

Como fugir ao smart pricing?

  • Retirar anúncios - Uma das maneiras de se evitar o “smart pricing” passa simplesmente por retirar anúncios Adsense que obtêm poucos cliques mas um número de impressões muito elevado. Foi isso que eu fiz ao retirar estes anúncios aqui no blog, e também no site de classificados, onde também tinha dois blocos de anúncios que estavam a obter uma reduzida percentagem de cliques.
  • Duas contas Adsense - Esta opção é um pouco mais “gray-hat”, mas é também uma possibilidade. Passa por ter duas contas Adsense, em nomes diferentes, e numa metemos os sites que obtêm um reduzido número de cliques. Esta não é uma opção para todos, mas diz quem fez, que os resultados são muito bons.
  • Plugins - Como os blogs, pelo menos aqueles com muitos leitores, e não os que são feitos para os motores de busca, obtêm poucos cliques nos anúncios Adsense, a opção é usar plugins. Um dos plugins que podemos usar é o Shylock Adsense, que eu tenho instalado, e que nos permite optar por apenas mostrar anúncios Adsense em posts com mais de “x” dias (no meu caso 7 dias). Sendo estes os posts que recebem mais leitores dos motores de busca. Nestes posts eu até optei por mostrar uns anúncios Adsense maiores, no formato 336×280. Há também outro plugin, ainda mais indicado para isto, que nos permite apenas mostrar anúncios Adsense a visitantes vindos dos motores de busca, mas isso fica para um post nos próximos dias.
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Adsense, Ganhar Dinheiro, Google, Mini-sites

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Queres ganhar dinheiro a vender links?

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Há uns meses atrás, parecia que todos os dias havia uma nova maneira de se monetizar um site. Foi a WidgetBucks, AuctionAds, e depois a ShoppingAds, entre outros. Destes nada, ou quase nada sobra. Se calhar hoje tenho uma nova opção para se ganhar dinheiro, mas desta feita a vender links. Com o negócio da venda de links a funcionar razoavelmente bem, só este mês fiz $125 com a Text Link Ads no blog Inglês em 5 links, inscrevi-me então há dias na LinkXL.

Com a LinkXL podemos ganhar dinheiro a vender links, mas, ao contrário da Text Link Ads, que põe os links no sidebar, a LinkXL insere os links no conteúdo do nosso blog de forma natural. Desta forma estamos a vender “palavras” individuais nos nossos posts, há semelhança do que eu faço aqui com a palavra dinheiro, mas neste caso para muitas palavras, escolhidas pelos anunciantes.

O resultado final é muito parecido com a Kontera, mas, em vez de recebermos ao clique, recebemos pela simples colocação dos links. Também como acontece com a Kontera, vendemos um “x” número de links (”palavras”) por página (post). Eu optei por vender um máximo de 10 links por cada página. Os links em si parecem link “normais”, como se fossemos nós a fazer um link para outro site qualquer. E se os leitores não clicarem no link nem ficam a saber que é um link para outro site e pago.

Depois de nos inscrevermos na LinkXL temos que instalar o plugin WordPress (ser for um blog), e podemos começar a vender links. Podemos definir preços para cada página (post) em função do respectivo PageRank. Temos também a opção de excluir certas palavras, e fazer com que outras palavras chaves tenham um valor muito superior. O resultado final é no fundo aquilo que eu faço com a palavra “dinheiro“, mas neste caso para muitas palavras, e com a LinkXL a encontrar os anunciantes. Em troco disso a LinkXL fica com 40% do valor cobrado, que mesmo assim é melhor que os 50% com que fica a Text Link Ads.

Todo o conceito parece-me interessante, e o negócio da venda de links está em alta, muito por “culpa” de todos os sites que deixaram de vender links com medo do Google. Também me parece muito mais interessante, e potêncialmente mais lucrativo do que a Text Link Ads, pois podemos vender links em centenas de posts, com milhares de palavras, algumas delas, sem valor nenhum para nós. Para quem tem medo do Google, existe a opção de vender estes link com “nofollow”, mas não sei até que ponto é que depois vai haver interessados. Num pequeno à parte, o WP Affiliate Pro, que eu uso para fazer todos os links aqui no blog, também tem agora a opção do “nofollow” nos links.

Como é normal nestas coisas, e à semelhança da Text Link Ads, a LinkXL tem um programa de afiliados que depois paga $25 por cada membro inscrito que compre ou venda um link, o que só por si é um bom incentivo para começarmos a usar o programa. Com isto tudo, não me parece que a LinkXL vá ter muitos problemas em arranjar novos sites onde vender links, a questão é mesmo saber se depois há anunciates para os comprar. Em dois dias ainda não consegui vender nenhum link, e outra coisa não seria de esperar, mas a avaliar pela procura que tenho tido com a Text Link Ads, estou optimista em relação à LinkXL.

Como sempre no que diz respeito à venda de links, é preciso poderar se estamos ou não preparados para lidar depois com a ira do Google, e aqui cada site é um caso. De qualquer maneira quase todos nós temos sites em que não estamos a contar com a visitas do Google para ganhar dinheiro, e são nestes que podemos arriscar. A LinkXL diz que os links passam despercebidos ao Google, mas com estas coisas todo os cuidados são poucos. Irónicamente, não vi o programa instalado no blog da própria LinkXL!?

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Blogs, Google, Programas de Afiliados

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