Quando nos preparamos para publicar um novo post há duas coisas que temos que definir e que têm alguma importância: a categoria em que o post se insere, e os tags (palavras descritivas do post). As categorias sempre fizeram parte do WordPress, mas os tags são algo mais recente e servem para agrupar os posts com maior especificidade.
Uma pergunta que recebo frequentemente, e que ainda há cerca de um mês me foi feita, é que influência as categorias e tags têm na indexação nos motores de busca, não estamos a criar conteúdo duplicado, e qual a melhor maneira de se trabalhar com as categorias e tags.
Como algumas vezes acontece com assuntos de SEO, aquilo que “ontem era verdade hoje pode ser mentira”, e o recente lançamento do Panda para pesquisas em Português tem contribuído para aumentar a confusão.
Os tags WordPress
Penso que foi a versão 2.3 de WordPress de Setembro de 2007 a primeira a incluir os tags sem a necessidade de utilizar um plugin. Os tags representam uma maneira para descrever um post de forma...
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Ao todo, eu devo ter cerca de 50 blogues. Desde blogues que promovem produtos da Clickbank, blogues para rentabilizar com Adsense, e alguns blogues onde capto endereços de email.
Com tantos blogues para controlar, o que mais me aborrece é ter que fazer os updates do WordPress, em especial aquelas actualizações de segurança que são tão frequentes, bem como actualizar ou instalar plugins, ou instalar um novo tema em vários blogues ao mesmo tempo para testar o CTR do Adsense.
Dito isto, podem facilmente compreende a minha satisfação quando tive conhecimento do ManageWP, um programa que permite controlar todos os blogues num só local.
Quando me inscrevi no ManageWP parecia que estava a fazer o login para um dos meus blogues, e depois de escolher o nome de utilizador e inserir o email, só tive que esperar pela palavra chave.
O painel de controle do ManageWP é em todo semelhante ao admin do WordPress, portanto não há muito que “aprender”.
Na semana passada, enquanto estava a fazer uma pesquisa no Google, reparei num blog que tinha aquilo que se chama de double listing ou indented listing. Para quem não conhece a expressão, um double listing acontece quando, para uma pesquisa no Google, o mesmo site ocupa duas posições.
Na seguinte imagem podem ver um exemplo de um double listing para a pesquisa “como vender no eBay” aqui do blog.

Como podem facilmente compreender, um double listing é bastante positivo porque dá-nos muito mais destaque no Google, e consequentemente mais visitas. Se tivermos um double listing com a primeira e segunda posição no Google podemos estar a obter aproximadamente 54% dos cliques das pesquisas (segundo o estudo da AOL).
Uma double listing com tags
A double listing que encontrei...
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Esta semana li um artigo que me lembrou que seria interessante analisar três das componentes de um post de forma a optimizá-las para receber mais visitas dos motores de busca. As três componentes a que me refiro são: o título, o title tag, e o URL do post. Vamos ver estas três partes, e ver de que forma podem ser usadas para conseguir mais visitas dos motores de busca.
O título do post
Esta é a parte mais visível de cada post. O título serve para captar a atenção dos leitores do blog e é uma das partes mais importantes em definir se um post é ou não lido pelos leitores. No meu caso pessoal, não sou muito forte na elaboração de títulos, e é um dos meus calcanhar de Aquiles. No caso deste post, o título é “SEO – Como obter mais visitas para os posts”.
O title tag
O title tag faz parte da codificação da página web, e encontra-se entre os tags <title> e </title>. O title tag é um dos aspectos mais importantes na boa indexação de um post nos motores de busca. Em condições normais, o title tag é igual ao título do post, mas há alguns plugins (eu tenho o All In One SEO) que nos permitem alterar o title tag do post.
O title tag é...
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A minha próxima aposta para captar mais leitores passa pela utilização de videos, nomeadamente no YouTube. Como ainda estou verde neste segmento, estive a ver alguns videos sobre como optimizar videos. Num destes videos, criado pelo Gideon Shalwick, e já muito perto do fim, reparei que ele recomenda muito que se “ping” também o feed RSS do nosso canal do YouTube sempre que fizermos o upload de um video novo.
Pingar, pingar e pingar
Nesta altura já devemos saber que o WordPress automaticamente “pinga”, ou seja notifica, certos sites sempre que actualizamos o nosso blog. Até já fizemos uma lista com sites que devemos acrescentar ao WordPress para notificar o maior número de serviços possíveis.
O que nem todos sabemos, ou se calhar não nos lembramos, é que a função de pingar não é exclusiva de blogs, sendo possível fazê-lo para qualquer site com o feed RSS. Eu pessoalmente também nunca me tinha lembrado de pingar o meu...
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